Artigo Carr- respostas do exercício

a) Descreva os principais pontos do paper

b) Qual a sua opinião com relação a de Nicholas? Por que?

**Aluno: Thiago Dantas Cavalcante

R1:
O texto tem como ideia principal o valor estratégico da tecnologia da informação. O autor fala que com a disponibilidade e custos reduzidos a importância estratégica da TI vem diminuindo.
Há uma distinção entre tecnologias proprietárias e o que poderia ser chamado de tecnologias de infraestrutura. Onde a primeira seria propriedade de uma única empresa e a segunda oferece muito mais valor quando compartilhada do que quando usada isoladamente.
O texto fala dos principais motivos para o que o autor chama de “comoditização da TI” (transformação em uma commodity), entre eles a chegada da internet e a corrida de investimentos que leva a uma maior concorrência provocando uma queda nos preços e maior acessibilidade.
Observa-se também ênfase na importância dos riscos que se cria com tecnologia da informação quando este recurso se torna essencial e estrategicamente inconsequente.
Quando o autor fala em desperdício de TI ele enfatiza três diretrizes a serem seguidas: menos gastos, esperar mais para fazer uma compra de TI e concentrar-se nas vulnerabilidades. E que a solução para isso é o gerenciamento meticuloso de custos e riscos de TI.

R2:
A visão do autor é uma tanto quanto polêmica, pois ele fala que a importância estratégica da TI vem diminuindo, eu tenho a ideia que na verdade com acessibilidade de TI o que vem diminuindo é a corrida em investimentos e de novas tecnologias. Não que os investimentos irão diminuir ao ponto de parar, mas como a coisa era nova o frenesi tomou conta de todos e os investimentos iniciais foram mais significantes. O mais importante é que após essa analise o autor da uma solução simples e ideal para a os riscos e para a importância estratégica da TI: que é o gerenciamento de custos e riscos de TI.

Aluno: Thiago Henrique Braz de Oliveira
R1:**
O autor no inicio da uma pequena revisada de como começou todo o processo de inovação tecnologica, salienta a importância que a tecnologia da informação tem para as empresas de um modo geral. Explicita sobre dois tipos de tecnoligias as proprietarias e as compartilhadas, sendo a primeira regida por muitas regras e padroões a serem seguidos, enquanto que a segunda tornasse mais valoroza por ser copartilhada e dentre outros fatores esclarecidos.
Da um pouco a ideia de "banalização de tecnologia", com empresas simplismente comprando tecnologia por comprar e não verifica sua real importância para a corporação.

R2:
Não concordo com ele quando diz que a TI vem diminuindo, visto que atuamente o mundo gira ao redor da TI a internent vem ai trazendo mais oportunidade e modernização com a economia digital. MInha opinião de maneira singular acha cabivel q a tecnologia esteja acessivel a todos e se a corporações comprando o que não deve ou o que não se adeguem a elas isso jah não cabe ao autor dizer se é bom ou ruim.

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Aluno Lucas Sampaio Leite

R1: O artigo tem como tema principal TI, tratando de como a TI tornou-se um recurso indispensável para qualquer empresa, como as empresas passaram a investir em TI, passando a ter maiores lucros e vantagens diante dos concorrentes e até que ponto ela pode realmente ajudar no desenvolvimento do mercado. Expansão da TI na indústria em infra-estrutura e tecnologias. Nicollas relata que quando os recursos se tornam essenciais para competição, mas inconseqüentes para estratégia, os riscos criados se tornam mais importantes do que as vantagens proporcionadas. Pode concluir ainda que TI refere-se à tecnologias usadas para processamento, armazenagem e transporte de dados em formato digital acessíveis e disponíveis a todos. Por esta razão, não provoca vantagem competitiva entre as empresas.

R2: Não concordo com o autor quando ele aponta que o poder da TI tem crescido muito e está basicamente presente em todos os lugares, por isso a sua importância tem diminuído muito, pois acredito que a TI é essencial a qualquer empresa e não acredito que vem diminuindo só deixou de ser novidade, a TI é um elemento de extrema importância para um desenvolvimento de qualquer empresa sendo quase que ‘impossível’ tornar uma pequena empresa em um grande negócio sem investimento em TI.

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Aluno:José Lucas Silva Machado
R1:O Gerenciamento de TI para minimizar a interrupção de negócios ou de redução de custos continua sendo um desafio. A vantagem competitiva tem de ser sustentável. Isto é importante porque as organizações percebem que têm uma valiosa e única forma de dizer, TI é a forma mais eficiente e menos onerosa para acelerar os negócios. Porém, isso não é tão simples assim, o que ocorre é que a maioria das empresas não tem uma compreensão clara de como seus processos de negócio pode ajudá-los a ganhar dinheiro ou reduzir custos.
As empresas acham que por terem poder de compra e sendo assim, terem a possibilidade de disfrutar de uma gama de equipamentos avançados, terão na tecnologia o apoio que dela é esperada. Porém, não se investe em qualificação e todos esses equipamentos tornam-se algo supérfluo.

R2:Em partes, o autor descreve TI como sendo algo que vem acabando e que as vezes chega até à atrapalhar as empresas que utilizam a tecnologia. Sendo assim, não concordo com tudo que é dito no artigo. Claramente, vemos que a tecnologia vem em uma crescente exponencial, e que muitas das áreas necessárias à sobrevivência humana dela dependem.

Aluno: Renato Felipe de Oliveira
R1, o texto fala sobre a introdução ao longo do século passo da tecnologia nas indústrias e empresas de um modo geral, o impacto econômico dessa evolução tanto para empresas que aderiram ao uso de TI, quanto aquelas que tiveram uma certa resistência, fala também sobre a indústria
de TI que nem sempre está preocupada com a real necessidade das empresas visam apenas o lucro, a produção em larga escala, também tem a questão da falta de conhecimento a real aplicação de certos dispositivos e como conseqüência um gasto desnecessário, dinheiro que poderia ser investido em segurança das informações e dos sistemas de um modo geral.

R2 minha opinião é favorável, porque de fato é o que vem acontecendo ao longo das décadas, está sendo criada uma necessidade real de sistemas de informação, porém é preciso cautela e conhecimento das empresas para gerenciar todo processo de TI, evitando gastos desnecessários e focando nas áreas mais críticas das empresas, na verdade o que existe hoje em muitas empresas é uma verdadeira bagunça e gastos desnecessários por falta de profissionais comprometidos com a ética ou pela própria falta de conhecimento.

Aluno: Eduardo Bezerra Chaves

R1:
O Paper fala sobre como saber aproveitar bem uma nova tecnologia pode ser lucrativo, mostrando como se obteve grande vantagem em explorar novas tecnologias se destacando e deixando os concorrentes que não souberam aproveitar a chance para trás, porem não é uma vantagem duradoura visto que com o passar do tempo a tecnologia torna-se popular acabando com a vantagem de ser o único (ou um dos pouco) a ter acesso e como utilizá-la de forma adequada, mas ressalta também como o investimento em tecnologias pode virar um gasto desnecessário visto que muitas vezes empresas utilizam um equipamento de alta tecnologia (e assim mais caro) para realizar tarefas simples que podiam ser realizadas com a mesma eficácia por equipamentos de tecnologia inferior. O Paper nos mostra que para obter vantagens com uma tecnologia não basta apenas ter acesso a ela, mas também utilizá-la de forma inteligente.

R2:
Concordo com a maioria dos seus argumentos, porém minha opinião em relação a TI é que ela ainda esta muito longe de atingir seu ponto máximo. Os exemplos citados por Nicolas não podem ser comparados com a TI, já que eles são limitados (limitados em termos de utilidades visto que, por exemplo, a ferrovia é utilizada apenas para transporte). A TI ainda tem vários recursos a serem aprimorados e possivelmente algumas novas maneiras de utilizá-la ainda vão ser descobertas.


Aluno: André Ricardo

R1:

O artigo Fala sobre a tecnologia da informação no comércio, sua importância e as
transformações causadas pela mesma nas empresas e indústrias. Destaca
o aumento percentual do invetimento em TI pelas empresas com passar
dos anos, a diminuição do investimento em infraestruturas ultrapassadas
graças ao avanço tecnológico, gerando uma economia grande. Fala sobre a empresa
superar seus concorrentes com o uso de uma tecnologia mais nova, sempre
acompanhando e buscando os recursos necessários para se diferenciar dos demais.
Cada vez mais as atividades e processos da empresa estão se tornando
virtuais, via software e investimentos em TI. O futuro digital alimenta a
evolução das indústrias junto à tecnologia para um melhor aproveitamento nas
estratégias de negócio. Alerta sobre os riscos do uso de TI como problemas técnicos, violações de segurança, interrupções de serviço, entre outros.

R2: Concordo nos pontos explanados. Cada vez mais vai ser necessário para as empresas
o investimento em TI. Enquanto não se chegar a um limite de desenvolvimento, as empresas
deverão investir para disputar entre si a qualidade nos investimentos de negócio com o uso
da TI.


Aluno: Guthierre Carneiro de Almeida Araújo
R1:
Entre os principais pontos do paper estão:
A parte onde, repensando o papel da Tecnologia da Informação”, Nicholas G. Carr discute o valor estratégico da TI para as empresas com a intenção clara de sacudir o mundo empresarial. Onde Carr sustenta, em síntese, que a TI não apresenta mais valor estratégico para as organizações. Tornou-se commodity como a energia elétrica e as estradas de ferro. Ou seja, segundo ele a TI não é mais um fator de diferenciação em termos de competitividade. Sendo assim, por si só não tem capacidade de promover uma vantagem competitiva em relação aos concorrentes.
Outro ponto importante é a afirmação de Carr, onde ele diz que “as empresas continuam a fazer investimentos em TI no escuro, sem uma compreensão conceitual clara do impacto estratégico e financeiro final”.
Também o ponto, onde, segundo Carr, as TI, em geral, devem passar a ser geridas como uma mercadoria, e não como uma fonte de vantagem estratégica.
R2:
Na minha opinião, concordo em alguns pontos e discordo em outros, porque, levando em consideração a parte que ele diz: : "TI não apresenta mais valor estratégico para as organizações; tornou-se commodity como a energia elétrica e as estradas de ferro. Em outras palavras, a TI não é mais um fator de diferenciação competitiva, por consequência, não apresenta capacidade de promover uma vantagem de uma empresa sobre outra(s)", assim, acredito eu que, como a Revolução Digital ainda está vulnerável, é verdade que muitos elementos das TI estão se transformando em mercadorias, mas isso não significa o fim da revolução digital, pois ainda estamos nos primeiros estágios. Acredito também que a tecnologia continuará essencial, porém, o segredo não está nas inovações tecnológicas e sim em uma gestão adequada do negócio, e por consequência, das informações essenciais à tomada de decisão e nos princípios básicos de concorrência, cuja força está nas inovações de mercado: novas ideias, novos produtos ou novas formas de diferenciá-los, produzi-los e fornecê-los) .

ALUNO: Céfanys de Morais Braga

R1:

O texto aponta o valor e a importância da TI no sucesso de empresas dos mais diversos campos de atuação, e enfatiza que a medida que ela torna-se mais popular devido aos custos reduzidos ela vem perdendo seu valor estratégico.Aponta também os conceitos de tecnólogia proprietária e tecnologia de infra-estrutura, onde ele aponta os próse os contras de ambas, mostrando assim que na sua visão a tecnológiaseja ela de qualquer fonte deve ser compartilhada para um maior crescimento da TI em geral. O autor também aponta que ao longo do tempo e pela popularização da TI ela tornou-se uma commodity, ou seja uma mercadoria a qual qualquer
empresa pode ter nos dias atuais. Ele também aponta problemas que podem ser causados pela má gestão de TI, transformando-a em gastos desnecessários, como upgrades de hardware, software, entre outros, sem que haja uma necessidade real e que podem causar investimentos sem o retorno desejavel.

R2:

Concordo em partes com o autor, visto que é importante o compartilhamento de novas descobertas tecnologicas trazendo assim melhorias como um todo, também concordo que o compartilhamento não acaba com a competitividade no mercado, pois
as formas de uso podem variar e dessa forma a concorrência aconteceria movida pela criatividade e melhor capacidade de gestão e não apenas por se ter uma tecnologia exclusiva usada de forma unica. Discordo do autor no momento em que ele acredita
que a TI está próxima do seu limite, acredito que a TI ainda tem uma grande evolução pela frente seja em aprimoramentos de tecnologias já existentes, ou em novas descobertas que proporcionarão ainda mais desenvolvimento.

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ALUNO: PATRICK EVERTON
R1:
O texto fala que a tecnologia da informação tornou a espinha dorsal do comercio. Está na base de tudo, sustenta a operações de empresas individuais, os laços de abastecimento distantes, e, cada vez mais, as ligações das empresas com os clientes.
Como aumentou o gasto de empresas em novas tecnologias. Em 1965 os gastos de capital das empresas americanas em tecnologia de informação era de menos que 5%. Logo depois da introdução do computador pessoal em 1980, passou para 15%, até o inicio dos anos 1990 tinha chegado a 30%, e no final da decada, havia atingido quase 50%. Mesmo com a lentidão nos gastos de tecnologia empresas do mundo todo gastam mais de $ 2 trilhões por ano.
Retrata como mudou o pensamento dos executivos em relação a TI. Retrata que a tecnologia compartilhada pode ser bem mais ultil que a usada isoladamente. A aceleração da TI com a chegada da internet.
Que muitas empresas gastam muito dinheiro com novas tecnologias, porem tecnologias inferiores seriam suficientes para as suprir.

R2:
Concordo quando ele fala que a TI é um mecanismo de trasporte que transporta informações digital. Concordo no fato em que ele diz que as empresas gastam meio que sem precisão em novas tecnologias, podendo usar tecnologias inferiores. Porem discordo quando ele diz que a TI está atingindo seu limite, porém cada dia temos novas tecnologias, e como a area é bem vasta, creio que não é tão cedo assim que o limite será atingido.
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Raphael Cordeiro de Andrade

R1:
Nicholas Carr retrata que o desenvolvimento de equipamentos e sistemas de TI transformaram o mundo de negócios, e que hoje não temos o que discutir sobre que TI é a "espinha dorsal" do comércio.
Em um determinado momento Nicholas exponhe que não é porque a onipresença e a potencia da TI que a torna de grande valor estratégico, e sim que a escassez desta tecnologia pode torna-la de um grande valor estratégico. Pois defende que você ganha vantagem sobre seus rivais quando faz algo que eles não podem fazer, então como TI está acessível por todos está não é uma novidade que te coloca em vantagem sobre os concorrentes.
Pelo fato de aplicações serem facilmente replicadas e com a chegada da internet então os sistemas ficam cada vez mais com mais fácil acesso e com menor preço e ainda no ponto de vista de TI como uma tecnologia estrutural é feita uma comparação entre ferrovias e a energia eletrica encontrando muita semelhança no impacto para as empresas no inicio de cada uma dessas estruturas, de forma que levou vantagem as empresas que primeiro tiveram acesso a essas tecnologias e que são exemplos de serviços que são barateados com o uso compartilhados concluindo com um gráfico para cada tecnologia que mostra a semelhança do crescimento destas, assim então mostra como ocorreu de a TI transoformar-se em commodity.

R2:
Nicholas Carr utiliza argumentos fortes e coesos para defender o seu pensamento onde que realmente os serviços TI tornam-se cada vez mais acessíveis e onipresentes, mas é fato perceber que cada serviço de TI implantado ele dá suporte e abre portas para que outros sejam também implantados para estar sempre um complementando o outro. Assim a TI não se tornou ainda obsoleto e não temos como prever o que acontecerá com a TI já que é um ramo tão dinamico, a inovação está sempre mostrando que ainda tem muito que pode ser feito pois a TI não se sobrevive por conta própria, este é um serviço que dá suporte a outros ramos.
A inovação é o motor que movimenta esse dinamismo da Tecnologia da Informação que sempre tem novidades vantajosas para as empresas.
Concordo quando Nicholas diz "Na verdade, a janela para ganhar vantagem de uma tecnologia de infra-estrutura está aberta apenas por alguns instantes." e acrescento que as janelas são abertas por tempo suficiente para a implementação da oportunidades, e que uma janela fecha para a possibilidade de outras se abrirem.

Lindenberg Silva Florencio

R1: Primeiramente não poderia deixar de citar o aumento de investimentos das empresas na área de TI, como também da qualificação de seus funcionários para atuarem com mais precisão e criatividade ,assim inovando com um pensamento coletivo as estratégias competitivas,também é interessante as vantagens e desvantagem sobre a tecnologia proprietária e infra-estrutura,falando também da diminuição de potencial estratégico das empresas quando a tecnologia se torna acessível a todos,outro pensamento a ser destacado é o da necessidade do recurso,pois quando ele se torna indispensável à concorrência, os riscos de investimentos não gerarem lucros são maiores que as vantagens que podem proporcionar.

R2: Talvez se possa concordar com o autor, pois com uma visão superficial do assunto, pode se ser discordante aos seus pensamentos, mas com uma visão mais profunda ele pode ter razão sobre suas teorias,talvez com o grande e rápido crescimento da ti, ele tenha se precipitado em compará-la com outras tecnologias.

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Aluno: Antônio Ferrão Paiva P. Neto

R1
Um dos pontos importantes destacados pelo autor em seu artigo diz respeito às mudanças paradigmáticas que as Tecnologias da Informação (TIs) estão sofrendo. Usando como ponto de partida a analogia com outras tecnologias que impactaram a história da humanidade no apogeu do seu surgimento, como a máquina a vapor, as ferrovias, o telégrafo, o telefone, o gerador elétrico e o motor de combustão interna, as Tecnologias da Informação (TIs), se tornarão tão onipresente quanto tais inventos históricos se tornaram atualmente, dado a disponibilidade de acesso às TIs e seu custo reduzido. Na perspectiva do autor, do ponto de vista estratégico, às TIs se tornarão invisíveis, implicando num impacto profundo, inclusive para a sua gestão corporativa.
O uso das Tecnologias da Informação (TIs) pelas organizações como um recurso – de fato – estratégico, só pode receber esta conotação se agregar à empresa a capacidade de ser a base para uma vantagem competitiva sustentável, ou seja, ser um diferencial de competitividade em relação aos concorrentes a partir da adoção de uma visão abrangente/ampla (empreendedora), vislumbrando oportunidades onde outros não vêem. Apesar do grande potencial estratégico proporcionado pela tecnologia ser um fator diferencial para uma empresa, esse potencial diminui quando esta tecnologia se torna acessível a todos, entretanto empresas como o Wal-Mart e a Dell Computadores são exemplos de empresas de renome que foram capazes de transformar uma vantagem tecnológica temporária em uma vantagem de posicionamento permanente, conseguindo agregar às vantagens tecnológicas, o fortalecimento de suas marcas e uma solidificação econômica.
Outro ponto fundamental que vale ser ressaltado diz respeito à importância dos executivos não caírem na armadilha de assumir que os recursos que propiciam vantagem sejam infinitos e lembrar que quando um recurso se torna essencial para a concorrência, mas irrelevante para a estratégia, os riscos se tornam maiores do que as vantagens.
O autor é bem enfático ao ressaltar que é fundamental que qualquer empresa, inclusive de TI, seja capaz de separar os investimentos essenciais daqueles que são supérfluos; a partir da adoção de uma forte gestão de custos, exigindo mais rigor na avaliação do retorno dos investimentos e sendo criativo na exploração de alternativas mais simples e baratas. A negligência com o uso de TI tem sido um fator extremamente negativo, sendo colocada pelo autor a necessidade de um limite rígido visando corte de custos com TI e a adoção de medidas como um investimento otimizado e cauteloso em TI, evitando atitudes precipitadas, como por exemplo, investimentos em tecnologias ainda incipientes que rapidamente poderão se tornar obsoletas. Finaliza, ratificando que o segredo do sucesso para as empresas não é mais buscar freneticamente a melhor tecnologia de ponta, mas otimizar os gastos com TI, gerenciando os custos e os riscos de maneira meticulosa, adotando uma postura mais pragmática.

R2
O autor é bastante polêmico em suas colocações e usa de dados estatísticos obtidos através de pesquisas para provar a suas hipóteses. Ele apresenta números irrefutáveis mostrando que empresas cautelosas com gastos em TI apresentaram os maiores retornos financeiros. Em seu artigo, Nicholas Carr mostra que 25 empresas que tiveram esses elevados retornos financeiros investiram somente 0,8% da suas receitas em TI. Números atuais mostram que os gastos com TI tem se tornado cada vez mais crescentes, segundo pesquisa da consultoria International Date Corporation (IDC) para a América Latina, referente ao ano de 2010: Os gastos das empresas com serviços de telecomunicações registraram uma expansão de 9%; As despesas com transmissão de dados móveis tiveram aumento de 29%; A demanda por serviços de banda larga móvel apresentou um crescimento de 40%; As despesas com serviço de data center apresentou uma elevação de 21%.
Os números são claros e mostram esta expansão de forma crescente, contudo um ponto bastante relevante no texto – o qual eu corroboro com o autor – é que os investimentos em TI das empresas devem ser feitos de forma cautelosa e serem parte de uma forte gestão estratégica de custos, para não correr o risco de gastos supérfluos e de uma rápida obsolescência de tais recursos. Acrescento ainda que, os investimentos em TI continuarão sendo extremamente necessários na medida em que sejam concebidos para gerar uma sólida e consistente vantagem competitiva agregada à vantagem tecnológica, a fim de que as tecnologias não sejam para as empresas um mero adereço.